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Em clima de despedida, Thiago Silva aposta na virada e mira final da Libertadores

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O Fluminense perdeu por 2 a 1 para o Palmeiras na última quarta-feira (14), no Maracanã, pelo jogo de ida da semifinal da Copa Libertadores de 2026. Após a partida, o capitão Thiago Silva falou sobre a possibilidade de virada no confronto e revelou que deseja disputar a final do torneio em Montevidéu, em sua última participação na competição.

Na zona mista do Maracanã, o zagueiro demonstrou confiança na reação tricolor e destacou a importância de acreditar na classificação. Thiago Silva destacou a importância da fé e do trabalho para buscar a classificação e lembrou o histórico de superação do Fluminense, conhecido como “Time de Guerreiros”.

“Tudo é possível para quem crê, para quem tem fé, trabalha corretamente. A gente tem fé que tudo vai dar certo. É uma missão fácil? Não. Nas nossas vidas nunca foi fácil, e o Fluminense já demonstrou isso outras vezes, quem sabe não é mais uma vez essa demonstração do 'Time de Guerreiros', que a gente consiga fazer um excelente jogo e reverter essa situação. Não é simples, mas vamos acreditar até o final, assim como a torcida saiu daqui cantando”, afirmou.

O zagueiro também confirmou que esta é sua última participação na Libertadores e revelou o desejo de permanecer no Fluminense até a decisão do torneio, que será no dia 28 de novembro, em Montevidéu. A possibilidade de disputar mais uma final tem um significado especial para o jogador, que perdeu a decisão de 2008 com o Tricolor diante da LDU, em uma disputa de pênaltis no Maracanã.

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“Com certeza, é minha última Libertadores. Como falei para eles, não quero sair agora. Quero estar em Montevidéu, disputando e tendo a oportunidade de jogar mais uma final. Sabemos que a missão não é fácil, porém nada é impossível para quem trabalha certo”, disse.

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Revelado nas categorias de base do Fluminense, Thiago Silva iniciou a carreira profissional no RS FC, do Rio Grande do Sul, antes de se transferir para o Juventude. De lá, foi comprado pelo Porto, de Portugal, onde disputou apenas 14 partidas, e seguiu para o Dínamo de Moscou, da Rússia, onde não jogou nenhuma partida. Após essa passagem pelo futebol europeu, voltou ao Fluminense por empréstimo em 2006, aos 21 anos, e foi comprado em definitivo pelo clube carioca em 2007.

Em 2008, Thiago Silva participou da campanha que levou o Tricolor à final da Libertadores, perdida para a LDU. No fim daquele ano, transferiu-se para o Milan, da Itália, e depois defendeu Paris Saint-Germain e Chelsea. Ao longo da carreira, conquistou títulos importantes, como a Liga dos Campeões de 2020/21, pelo clube inglês, e a Copa América de 2019, com a seleção brasileira. A Libertadores, porém, segue como uma conquista inédita para o defensor.

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Na zona mista, o zagueiro de 42 anos também comentou sobre o gramado sintético do Nubank Parque, palco do jogo de volta, e afirmou que a superfície não deve servir de justificativa para más atuações.

“Dificuldade alguma. A gente só não gosta de jogar. Eu não gosto de jogar no sintético, mas o Palmeiras é o menos culpado disso. A partir do momento que é permitido, cada um faz o que quer. Reclamamos porque não gostamos, mas num momento desses não tem desculpas. É um campo diferente do habitual, muito mais rápido, mas temos esperança de fazer um grande jogo”, completou.

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Palmeiras e Fluminense se enfrentam na próxima quarta-feira (21), às 21h30 (de Brasília), no Nubank Parque, em São Paulo, pelo jogo de volta da semifinal da Libertadores. Para avançar diretamente à decisão, o Tricolor das Laranjeiras precisa vencer por dois gols de diferença. Uma vitória carioca por apenas um gol leva a disputa para os pênaltis, enquanto o time paulista joga pelo empate para garantir a classificação.

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Atualmente sou estudante de jornalismo da Faculdade Cásper Líbero, com paixão por esportes e o sonho de cobrir uma final de Champions League in loco. Gosto de analisar o futebol por meio de duas facetas: a racionalidade e o romantismo. Os dados comprovam parte do que se vê em campo, mas a beleza do esporte está naquilo que não se contabiliza.

Minha história com o futebol: Minha família nunca teve a cultura do futebol, com exceção da minha avó. Carioca raiz e fã do esporte desde pequena, o futebol sempre foi parte da nossa relação, e do mesmo modo que ela me conta como funcionava o jogo na época dela, dos seus ídolos de infância e de como era ver uma seleção brasileira bem sucedida, eu tento a apresentar e ensinar sobre o futebol atual. Sou feliz em dizer que mantemos a tradição de assistir jogos juntos até hoje!

Especialidades:

  • Produção de matérias sobre o futebol brasileiro e internacional
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Minha memória favorita com o futebol: Brasil e Holanda, pela Copa do Mundo de 2010. Placar de 2 a 1 para eles, com direito à histórica expulsão de Felipe Melo. Não diria que esta é a minha memória favorita pelo jogo, mas sim pela consequência. Depois do apito final, meu padrinho, furioso, quebrou uma vuvuzela verde e amarela na mesa de centro da sala de televisão. A imagem ficou marcada na minha cabeça. Meu time de todos os tempos: Como um jovem fã de futebol, vou falar aqui dos melhores que eu vi jogar. Pensando em todos no auge de suas carreiras, temos: Manuel Neuer; Marcelo, Sergio Ramos, Van Dijk e Philipp Lahm; Andrés Iniesta, Toni Kroos e Luka Modric; Neymar, Cristiano Ronaldo e Lionel Messi. Treinador: Pep Guardiola.Minhas matérias favoritas:

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