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Stamford Bridge rainbow lacesGetty Images

Chelsea e Manchester United se pronunciam e condenam cânticos homofóbicos no clássico

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Chelsea e Manchester United se enfrentaram neste sábado (22) em Stamford Bridge, e a torcida atrapalhou o espetáculo com cânticos homofóbicos vindos das arquibancadas. Tanto os Blues quanto os Devils emitiram notas repudiando o ocorrido, que aconteceu justamente no dia em que os clubes apoiavam a campanha Stonewall's Rainbow Laces - uma iniciativa que promove a igualdade LGBTQ+ no futebol.

A Premier League está se mobilizando em busca de acabar com a homofobia no futebol e buscar igualdade para todos. No entanto, no mesmo dia em que o Chelsea estendeu uma faixa com as cores do arco-íris em Stamford Bridge, os torcedores entoaram gritos homofóbicos nas arquibancadas.

Logo após o jogo, os técnicos de Chelsea e Manchester United comentaram a situação. Erik ten Hag condenou os ataques, enquanto Graham Potter falou sobre o trabalho que ainda precisa ser feito para acabr com a discriminação no futebol

O caso também mobilizou os clubes, que soltaram notas oficiais condenando a linguagem utilizada nas arquibancadas e reforçando apoio à luta contra a homofobia e a favor da inclusão no esporte. "O Chelsea Football Club considera todas as formas de comportamento discriminatório totalmente inaceitáveis ​​e condenamos a linguagem usada por alguns indivíduos em Stamford Bridge. Estamos orgulhosos de apoiar a campanha Stonewall's Rainbow Laces e hoje atua como prova de que devemos fazer mais para tornar o futebol um jogo para todos", escreveram os Blues.

Seguindo a mesma linha, o Manchester United publicou sua nota na manhã deste domingo (23). “A homofobia, como todas as formas de discriminação, não tem lugar no futebol. Continuaremos a fazer campanha pela inclusão e combater o abuso discriminatório, seja dentro dos estádios ou online. Isso inclui trabalhar com grupos de torcedores para educar os torcedores sobre a ofensa que a linguagem discriminatória causa”, disseram os Red Devils.

Para completar, a FA (Football Association, órgão que controla o futebol na Inglaterra) prometeu trabalhar junto com o Crown Prosecution Service (agência que conduz processos criminais) para reprimir incidentes de natureza discriminatória no esporte.

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