Coutinho não assinou com o Barcelona na última janela de transferências, mas não deveria ser um problema para Ernesto Valverde montar o seu elenco. A saída de Neymar parecia coberta com a chegada de Dembélé e Deulofeu, além de Paulinho. No entanto, nem sempre a teoria é a realidade.
Além da seca circunstancial de Luis Suárez, que está passando por sua maior crise desde que chegou ao Camp Nou, Dembélé ficou gravemente lesionado, e Deulofeu também está se adaptando ao ambiente. Desta forma, ambos estão fora do campo de jogo e muitos problemas estão sendo pagos pela equipe, que se agarra dia e noite ao personagem de Leo Messi.

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COUTINHO NA CABEÇA
O secretário técnico liderado por Pep Segura, agora acompanhado por Bojan Krkic, juntamente com Robert Fernandez, diagnosticou sem grandes problemas o que falta na equipe em um nível ofensivo e está disposto a ir ao mercado de janeiro em busca de soluções. Nesse sentido, Coutinho continua sendo a prioridade absoluta. Se eles optarem por retornar à operação pelo brasileiro, a política permanecerá igual: nenhuma loucura será comprometida e, em nenhum caso, serão pagos 150 milhões de euros.
Existem, no entanto, opções mais baratas. Todos eles com o mesmo perfil: jovens jogadores com um talento natural para transbordar em um a um Goretzka e Max Meyer, do Schalke 04, além de Julian Brandt, do Bayer Leverkusen, e Lemar, do Monaco, estão na agenda e sua transferência seria entre 35 e 40 milhões de euros.



