Em uma semana as situações de Marco Verratti e Héctor Bellerín, jogadores que o Barcelona sonha em contratar neste verão, deram uma grande reviravolta. A saída de ambos era considerada como impossível até semana passada por serem considerados elementos fundamentais no PSG e no Arsenal, seus respectivos clubes. Hoje, crescem as possibilidades de ver os dois mudando de ares e o clube catalão aguarda para não se precipita, evitando que as operações não deem em nada. Isso porque o Barcelona espera que em algum momento do verão consiga aproveitar o cenário para fazer duas ofertas que convençam tanto o clube francês quanto o inglês.
Não haverá muito espaço para a negociação. Nenhum dos clubes querem vender os jogadores e o clube espanhol espera uma declaração pública de ambos pedindo para sair, permitindo o Barcelona navegar de vento em popa. O Barça espera que a medida que passem os dias os próprios jogadores se mexam para garantir a saída. Neste momento, ambos estão de férias e quando retornarem para a pré-temporada de seus atuais clubes será a hora de agir. Em París esperam conversar com Verratti pessoalmente para convencê-lo do que seu representante já foi informado, que pretendem renovar o seu contrato, transformando o volante em um dos jogadores mais bem pagos do clube, garantindo a ele uma equipe competitiva nas próximas temporadas.
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Bellerín vive uma situação parecida no Arsenal, onde já não é mais intocável na lateral-direita como há um ano. No entanto, tem um contrato longo com o clube e só uma oferta estratosférica convenceria o clube londrino a vende-lo. Neste contexto, não existe uma margem para especulação em nenhum dos casos. Porque pode chegar o momento em que tanto o PSG e o Arsenal rejeitem negociar se os jogadores assim o exigirem. Este será o momento que o Barcelona terá que estar a par da situação e oferecer a eles um valor de mercado que satisfaça os dois clubes. Em outras palavras, haverá que atuar como quando Luis Suárez foi contratado e o Barcelona deverá estar preparado para isso. Afinal de contas, se algo têm em comum os melhores jogadores do mundo é que não são nada baratos.
