O Atlético-MG preferiu não se manifestar publicamente sobre a Liga do Brasil. Ao lado da dupla Grêmio e Internacional, o clube segue em silêncio sobre a proposta apresentada para a criação do torneio independente.
A GOAL apurou que a diretoria do Galo não deve se manifestar publicamente até que haja consenso entre a maioria dos clubes. As duas alas criadas nas últimas semanas abalaram os bastidores do futebol nacional, e os mineiros veem problemas em ambas.
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O Atlético-MG não concorda totalmente com a proposta apresentada pela Liga do Brasil, que determina a divisão dos direitos de transmissão da seguinte forma: 40% de forma igualitária, 30% por desempenho e 30% por engajamento. Os mineiros, no entanto, veem o movimento dissidente, assinado por 23 clubes cada vez mais esvaziado.
A diretoria atleticana acredita que a ausência de outros gigantes do futebol brasileiro — somente Fluminense e Athletico-PR integram o grupo ao lado de clubes menores — tirou força dos revolucionários.
Nos bastidores, o Atlético-MG tende a concordar com o que é pleiteado pelos clubes dissidentes: uma divisão que deixaria 50% de forma igualitária, 25% por desempenho e 25% por engajamento. O único receio é se indispor com os criadores da Liga do Brasil — Corinthians, Flamengo, Palmeiras, Red Bull Bragantino, Santos e São Paulo.
O Atlético-MG deve ficar mais alguns dias avaliando as duas propostas para se decidir. As idas de Vasco e Botafogo para a Liga do Brasil pressionaram ainda amis os mineiros para um movimento semelhante nos bastidores.


