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Cidade do GaloGabriel Pazini/Goal Brasil

Atlético-MG busca acordo por SAF e segue sem data para aprovação no Conselho Deliberativo

O Atlético-MG ainda é cauteloso sobre a transformação em SAF (Sociedade Anônima do Futebol). O clube tem uma proposta sobre a mesa para negociar as ações ao fundo gerido pelo empresário Peter Grieve, dos Estados Unidos, mas há ao menos outros dois interessados do Brasil em exercer a compra das ações. A cúpula ainda não tem previsão para apreciar o caso no Conselho Deliberativo, como soube a GOAL.

As tratativas mais avançadas são com o investidor estrangeiro, que está disposto a pagar até R$ 1,8 bilhão para adquirir 50% das ações da SAF atleticana. Ele fez dois moldes de negócio. O primeiro é sem a inclusão de percentuais dos patrimônios — Cidade do Galo (centro de treinamentos) e Arena MRV. Este negócio seria de R$ 800 milhões por 50% das ações. O clube seguiria com 37%, e os mecenas teriam 13%. O segundo está avaliado em R$ 1,8 bilhão, envolvendo os percentuais dos patrimônios. Nesta, o Galo seguiria com com 42%, e os mecenas manteriam 8%.

Em que pese as duas alternativas já apresentadas, há ainda questões burocráticas que impedem o avanço do negócio. A diretoria nem sequer faz previsão para apreciar a transformação em SAF no Conselho Deliberativo. A princípio, o desejo é que a situação seja discutida até o final de junho, mas não existe uma previsão de data.

Os dois interessados do Brasil também conversam sobre a possibilidade de aquisição de percentuais da SAF por valores inferiores aos apresentados pelo fundo de investimentos dos Estados Unidos.

O Atlético-MG apresentou, recentemente, o balanço financeiro de 2022 e divulgou endividamento líquido de R$ 1,571 bilhão — a dívida é apenas da associação e não engloba as pendências da Arena MRV, avaliadas em R$ 400 milhões. Ao todo, o débito do clube se aproxima de R$ 2 bilhões.

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