A 47ª edição da Copa América chegou com tudo: são diversos craques de bola, partidas emocionantes e ótimas oportunidades para os apostadores. Mas você está por dentro do momento das dez seleções participantes? Quais são os melhores mercados? E a casa de apostas ideal para dar seus palpites na competição?
Confira tudo sobre as apostas no torneio sul-americano neste artigo.
Copa América: o torneio de seleções mais tradicional do mundo
A Copa América é o campeonato de seleções com atletas profissionais mais antigo do mundo, tendo sua primeira edição foi disputada em 1916. De lá para cá, foram 19 participantes, 8 campeões diferentes e 46 troféus distribuídos entre eles. Este ano, em vez dos clássicos 12 times, serão apenas dez. Normalmente, dois países convidados se uniriam aos dez filiados à Conmebol para tornar a fórmula da competição mais interessante. Porém, devido às condições impostas pela pandemia da Covid-19, os convidados abriram mão de suas vagas em 2021.
O que esperar dos dez participantes sul-americanos?
Argentina
Já são 26 anos sem que a Argentina conquiste um título e, de quebra, essa será provavelmente a última que vez Messi disputa o torneio continental: já é uma boa ideia da ‘fome’ dos hermanos por uma conquista. Com um bom número de jogadores de qualidade à disposição, a Albiceleste chega como uma das principais candidatas ao título.
Bolívia
A Bolívia tem pouquíssima chance de se sagrar campeã continental: além de o momento não ser bom, La Verde tradicionalmente não chega com força no torneio sul-americano – mesmo que já tenha conquistado um título, em 1963. Mas a chance de repetir este feito, em 2021, é praticamente nula.
Brasil
A seleção Canarinho é, talvez, a maior candidata à taça. Além de ser a atual campeã, tem vários atletas entre os melhores do mundo e vem apresentando resultados consistentes desde a chegada do técnico Tite. Sob o seu comando, são 41 vitórias, dez empates e apenas quatro derrotas, mais de 100 gols de saldo e 80% de aproveitamento. Com esses números, qualquer equipe é favorita a tudo que disputa.
Chile
Recentemente, o Chile viveu os melhores anos de sua história. Em 2015 e 2016, conquistou as únicas duas taças que ostenta em seu museu. Porém, essa época parece ter passado, e agora a Roja já não está mais entre as favoritas a conquistar a América. Mas isso não significa que os chilenos também não são carta fora do baralho, já que têm potencial e qualidade para surpreender.
SultanbetColômbia
Los Cafeteros vão disputar a América desfalcados de seus dois principais jogadores, Falcao García e James Rodríguez. Isso deixa para Juan Cuadrado, um dos craques de sua geração, a difícil missão de conduzir a Colômbia ao seu segundo título continental depois de 20 anos. Não será fácil, mas não se pode subestimar o peso da camisa colombiana.
Equador
Os equatorianos são os atuais campeões sul-americanos sub-20 e vêm recheados de jovens talentos, mas o processo de transição entre gerações ainda está longe de terminar. Neste ano, os meninos de La Tri estão presentes mais para pegar experiência do que para brigar pelo título. Na próxima edição, contudo, quem sabe o que o futuro reserva?
Paraguai
A seleção paraguaia é outra que passa por um processo de reformulação e, assim, não deve voltar a disputar o título tão cedo – e, quem sabe, conquistar a terceira Copa de sua história. O mais provável é que termine em uma das posições intermediárias.
Peru
Os peruanos são os atuais vice-campeões da competição. Este ano, porém, dificilmente conseguirão repetir o bom desempenho: primeiramente porque, na edição passada, já foi um pouco surpreendente que a Blanquirroja tenha chegado à final. Mas também pela ausência de seu principal jogador, Paolo Guerrero, que se recupera de lesão e não foi convocado.
Uruguai
Os uruguaios são os primeiros - e maiores - campeões sul-americanos da história. Grande parte de seus títulos foi conquistada há muitos anos, é verdade, mas a Celeste tem chegado seguidamente entre as três maiores forças do continente. O Uruguai chega com condições de disputar o título, mas não como favorito.
Venezuela
A Venezuela tem bastante em comum com o Equador: são os únicos filiados à Conmebol que nunca venceram o continental e vêm de boas campanhas nas categorias de base. Os venezuelanos são vice-campeões mundiais sub-20, mas, assim como os equatorianos, não conseguiram ainda finalizar a transição para a nova geração. Este ano, os atletas devem acumular experiência para voltar com mais força nas próximas edições.
Onde apostar na Copa América 2021?
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