A tranquilidade impera na Seleção da França. Após desembarcar na Rússia contada como uma das grandes favoritas o título, a equipe comandada por Didier Deschamps apresentou um futebol muito abaixo da expectativa na fase de grupos e, apesar da classificação em primeiro no Grupo C, os Bleus começaram a serem vistos com desconfiança por críticos e torcedores.
O principal alvo era Antoine Griezmann, com respingos no treinador. Nas primeiras semanas, constantemente algum jogador saíam em defesa do camisa 7. Pogba, Giroud... e até mesmo Deschamps.
E após muitos questionamentos de quando a França iria justificar o seu status de favorita, finalmente aconteceu. Nas oitavas de final contra a Argentina, os Bleus não só venceram como convenceram a todos e ligaram um sinal de alerta para a Seleção Brasileira, caso ambas as equipes avancem até à semifinal.

A possível adversária do Brasil mostrou que apesar de ser um time muito jovem - média de 25,5 anos -, eles sabem cobrança e mostraram muito amadurecimento contra a Argentina, principalmente quando sofreram a virada logo no início do segundo.
Griezmann entrou bem, Mbappé brilhou - foi comparado até a Ronaldo e igualou marca de Pelé -, e Deschamps mexeu bem na equipe e ganhou tranquilidade para trabalhar a equipe para às quartas de final.
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O próximo desafio será o Uruguai, sexta-feira (6), às 11h (de Brasília). O vencedor aguarda o confronto entre Brasil e Bélgica, às 15h (de Brasília), para conhecer o seu adversário da semifinal.
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