O gol marcado pelo espanhol Ferran Torres contra a Argentina, na final da Copa do Mundo de 2026, causou um verdadeiro terremoto na Espanha, garantindo à seleção espanhola seu segundo título mundial após a conquista de 2010.
Quando a final, disputada no MetLife Stadium, nos Estados Unidos, caminhava para os pênaltis, Ferran Torres, estrela do Barcelona, marcou o único gol da partida aos 106 minutos, após uma enxurrada de chances da Espanha contra o gol argentino.
De acordo com uma reportagem da rede “Foot Mercato”, baseada em um estudo do sismólogo espanhol Jordi Díaz Cosi, foi registrada uma onda sísmica em várias cidades após o gol decisivo na final e, novamente, ao apito final.
Os sismógrafos espalhados por toda a Espanha registraram as vibrações causadas pelas comemorações da torcida.
Esses aparelhos registraram três picos de atividade: após o gol de Ferran Torres (minuto 106), um segundo gol anulado pelo árbitro assistente de vídeo (minuto 112) e, por fim, ao apito final.
Esse último momento gerou a vibração mais forte e, segundo os cientistas espanhóis, esses movimentos são atribuídos ao fenômeno dos “terremotos induzidos”, causados pela atividade humana quando muitos torcedores pulam, gritam e comemoram ao mesmo tempo.





