Atualmente, o goleiro já não teme apenas o sucesso de seus adversários em marcar gols em sua meta, mas teme ainda mais os erros de seus companheiros.
Pode-se dizer que essa é a situação da Copa do Golfo Arábico em sua vigésima sétima edição, a "Golfo 27", sediada na cidade de Jidá, na Arábia Saudita, até o próximo dia 6 de outubro.
O torneio do Golfo já registrou dois gols contra até o momento, apesar de terem sido disputadas apenas 3 partidas, sendo que somente o primeiro jogo, entre Iraque e Omã, escapou dessa maldição.
O primeiro gol contra saiu dos pés de Youssef Al-Haqan, zagueiro da seleção do Kuwait, que marcou em sua própria meta o único gol da seleção saudita, na partida de ontem, quarta-feira, após um forte chute de Hammam Al-Hammami.
E menos de 24 horas depois, o segundo gol contra saiu dos pés de Nader Sahel, zagueiro da seleção do Iêmen, quando tentou afastar uma bola cruzada para a seleção dos Emirados Árabes Unidos, mas acabou desviando-a com o pé para dentro das redes.
Caso os gols contra continuem a ser marcados no mesmo ritmo, a atual edição do torneio do Golfo poderá testemunhar um número histórico e sem precedentes.
Vale lembrar que a maldição dos companheiros ficou evidente na Copa do Mundo de 2026, nos Estados Unidos, Canadá e México, que registrou 14 gols contra, um recorde histórico que superou o que ocorreu no Mundial da Rússia em 2018, quando foram marcados 12 gols.
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