A seleção brasileira sofreu um revés logo no início da partida contra a Noruega, na noite de domingo, nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026, depois de desperdiçar uma chance de ouro de abrir o placar, em uma jogada que trouxe à memória um dos momentos mais dolorosos da história da “Seleção” em Copas do Mundo.
O árbitro americano Ismail Al-Fateh marcou um pênalti a favor da seleção brasileira, após consultar o sistema de vídeo-árbitro (VAR), quando Matheus Cunha, atacante do Manchester United, sofreu uma falta dentro da área.
Vinícius Júnior segurou a bola inicialmente, antes de passar a responsabilidade da cobrança para Bruno Guimarães, que chutou aos 14 minutos, mas o goleiro norueguês Orian Nylund conseguiu defender, impedindo que a seleção brasileira abrisse o placar.
A rede francesa “Stats Foot” informou que, com essa jogada, a Noruega sofreu o primeiro pênalti marcado contra ela na história de suas participações na Copa do Mundo.
Por sua vez, a conta “Mr. Ship”, especializada em estatísticas, destacou que Bruno Guimarães se tornou, excluindo as cobranças de pênaltis na disputa de pênaltis, o primeiro jogador brasileiro a perder um pênalti durante uma partida da Copa do Mundo desde Zico contra a França na edição de 1986.
A mesma fonte acrescentou que o Brasil perdeu um pênalti durante uma partida em apenas quatro ocasiões ao longo de toda a sua história de participações nas finais da Copa do Mundo, o que torna a falha de Bruno Guimarães um dos fatos mais raros na história da “Seleção” na competição.





