Thomas Tuchel, técnico da seleção inglesa, questionou o mecanismo que levou ao levantamento da suspensão de Fularin Balugun, estrela da seleção americana, apesar de ele ter sido expulso na partida contra o Equador.
A FIFA confirmou que Balogun estará apto a jogar pela seleção dos Estados Unidos contra a Bélgica nas oitavas de final da Copa do Mundo, após o adiamento da execução da suspensão de uma partida, resultante de sua expulsão contra a Bósnia e Herzegovina.
A Federação Belga declarou estar “surpresa” com essa decisão, enquanto a rede ABC News informou que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, entrou em contato com o presidente da FIFA, Gianni Infantino, para rever a punição imposta a Balogun.
O jogador inglês Kwansa havia sido expulso durante a vitória da Inglaterra sobre o México por 3 a 2 no Estádio Azteca.
Tuchel brincou, em declarações divulgadas pela ESPN: “Harry Kane talvez possa pedir ao presidente Trump que ajude a anular o cartão vermelho que Kwanasa recebeu”.
E continuou: “Acho, em primeiro lugar, e para ser claro, que o que aconteceu com Balugun não merecia cartão vermelho. Mas a tecnologia de vídeo interveio, e está claro que três pessoas na sala de VAR, além do árbitro, revisaram a jogada e consideraram que merecia cartão amarelo; portanto, a decisão foi tomada”.
Ele acrescentou: “Quem tem autoridade para anular essa decisão? E quando? Com base em que? E até que ponto isso pode continuar? Para mim, isso é simplesmente estranho. Queremos apenas que haja coerência nas decisões”.

