Ser a contratação mais cara da história de um negócio como o futebol brasileiro, e em um clube como o Flamengo, não é para qualquer um. Apenas jogadores comprovadamente habilidosos cumprem com os requisitos necessários para tal. E Lucas Paquetá chegou para ser, se não “o cara” do jogo disputado por aqui, ao menos um dos três maiores protagonistas.
É um peso comum. E que também ilustra como a velocidade da ansiedade é desproporcional aos processos: Paquetá conhece o Flamengo, foi criado na base do clube e acompanhava os jogos enquanto esteve na Europa. Mas é diferente chegar e começar a jogar.
Tamanho foi o impacto representado pelo investimento de 42 milhões de euros feito pelo Flamengo, para tirar o meia-atacante do West Ham, que todos esperavam ver Paquetá desequilibrando jogos assim que pisasse em campo. Mas as coisas não funcionam bem assim.
| Leia as últimas do mercado no WhatsApp! 🟢📱 |





