Sobre as alternativas táticas, Scaloni explicou: “São situações que podem surgir desde o início ou que o adversário pode nos impor. Não se trata de saber se nos falta um jogador específico. Experimentamos várias opções e ainda não sabemos, mas a essência da equipe será a mesma, independentemente de jogarmos com três zagueiros ou cinco defensores”.
E acrescentou: “O futebol continua sendo um esporte muito importante para nós, mas acredito que esta seleção chegou a esta situação porque desconstruímos aquela famosa palavra (pressão). Acho que esse foi um dos pilares que nos levou a torná-los capazes de entrar em campo e jogar com tranquilidade”.
E continuou: “Estamos aqui com o mesmo nervosismo e com o mesmo sentimento interior. O importante é que, após a partida, aconteça o que acontecer, nos sintamos tranquilos por sabermos que a equipe deu tudo de si. Acreditamos que continua sendo apenas um esporte, independentemente da Copa do Mundo. Há muitas coisas mais importantes do que este torneio”.
Sobre Lionel Messi e Julián Álvarez, Scaloni disse: “Acreditamos que todo mundo no mundo quer ver o Leo jogar, porque é isso que ele desperta em todos, não apenas nos argentinos. Ele passou por diferentes situações, mas sempre esteve presente. Para nós, ele é fundamental e parece estar em boa forma. Álvarez teve um problema no tornozelo, e estávamos cuidando dele; acho que ele está bem. Ele está disponível para o jogo de amanhã e é uma opção a mais.”
E continuou: “Sempre tive dificuldade em definir a escalação titular devido ao nível que a seleção possui, independentemente da possibilidade de haver um jogador lesionado, o que não se aplica à situação atual, pois, em princípio, todos estão prontos. Nunca tive qualquer problema com isso. O problema estava em deixar de fora alguns jogadores que são considerados grandes nomes. Jogamos com onze jogadores e buscamos o equilíbrio, mesmo que algum deles tenha que ficar de fora da escalação”.