Os árabes não foram meros participantes da segunda fase, mas sim parte dos principais acontecimentos dela.
Mohamed Salah escreveu uma nova página na história do futebol egípcio ao marcar um gol e dar uma assistência na vitória por 3 a 1 sobre a Nova Zelândia em Vancouver, garantindo ao Egito a primeira vitória em toda a sua história de participações na Copa do Mundo, após uma espera de 92 anos desde a edição de 1934.
Salah, de 34 anos, fez uma partida excepcional, na qual participou de 10 jogadas entre assistências e chutes a gol — o maior número para qualquer jogador no torneio até o momento, segundo a Opta.
Além disso, ele se tornou o jogador africano de maior idade a marcar e dar assistência na mesma partida da Copa do Mundo desde pelo menos 1966.
Com seu 68º gol pela seleção, ele se aproximou de igualar o recorde de artilheiros da seleção egípcia, que pertence ao seu técnico Hassan (69).
O Egito lidera o Grupo G antes do confronto contra o Irã na terceira rodada, a um passo de passar da fase de grupos pela primeira vez em sua história.
Já o Marrocos continuou sua trajetória de forma consistente após vencer a Escócia por 1 a 0, com um gol logo no início de Ismail Sibari, aos dois minutos, o gol mais rápido do torneio atual.
Sibari se tornou o segundo jogador africano a marcar em suas duas primeiras partidas na Copa do Mundo, depois de Mohamed Salah em 2018.
Por outro lado, a Arábia Saudita perdeu para a Espanha por 4 a 0, enquanto a seleção argelina reacendeu suas esperanças ao vencer a Jordânia por 2 a 1 antes de um confronto decisivo contra a Áustria.
Já o Iraque precisa agora de um milagre após duas derrotas consecutivas para a França e a Noruega.
O quadro das seleções árabes até agora é claro: algumas estão fazendo história, outras lutam para se manter, enquanto o capítulo final ainda está em aberto.
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