Após o encerramento da Copa do Mundo de 2026 e a superação do choque da eliminação precoce, o Brasil voltou ao trabalho.
O jornal As relatou, em uma reportagem, que a Confederação Brasileira se prepara, em parceria com o treinador italiano Carlo Ancelotti, para dar início a uma revolução completa no começo do novo ciclo.
A velha guarda abrirá espaço, gradualmente, para uma nova geração, enquanto se espera que os novos líderes da seleção do samba assumam suas responsabilidades a partir do próximo mês de setembro, durante a próxima Data Fifa.
A missão não será fácil, já que a seleção brasileira atingiu seu nível mais baixo e precisa de uma reestruturação profunda que quase começa das bases. Mas Ancelotti está pronto para essa tarefa.
O plano do Brasil prevê a permanência de Ancelotti no comando técnico da seleção principal, e por isso a confiança nele foi renovada, antes e depois da Copa do Mundo, com um contrato que se estende até 2030.
Isso se deve ao fato de que a Confederação Brasileira, que afirma ter aprendido com os erros do passado, considera que a estabilidade é a chave, e quer dar continuidade ao projeto do treinador italiano, ou melhor, colocá-lo em prática de forma completa e definitiva.



