O Palmeiras atravessa o segundo semestre de 2026 diante de um cenário financeiro mais pressionado do que o projetado no início do ano. Até o fim de julho, o clube acumulou déficit de R$ 156,4 milhões, enquanto a previsão orçamentária apontava para um superávit de R$ 21,9 milhões no mesmo período.
O resultado está diretamente ligado ao desempenho das receitas, que chegaram a R$ 617,5 milhões nos sete primeiros meses do ano, abaixo dos R$ 778,5 milhões previstos no orçamento. A estratégia de manter os principais jogadores do elenco, aliada à paralisação das competições durante a Copa do Mundo, teve impacto significativo na arrecadação.
Agora, as negociações realizadas durante a janela de transferências aparecem como uma importante alternativa para melhorar o balanço. A principal delas é a transferência de Allan para o Manchester City, em operação estimada em R$ 240 milhões, além das vendas de Kaique, Naves e Riquelme Fillipi.




