Para o Campeonato Brasileiro de 2026, a CBF (Confederação Brasileira de Futebol) implementou uma mudança radical e inédita na arbitragem nacional: a profissionalização de árbitros, assistentes e operadores de VAR por meio de contratos formais ao longo da temporada. Pela primeira vez, um grupo fixo será responsável por conduzir todas as partidas da Série A, dentro de um projeto que busca elevar o nível técnico, reduzir erros e padronizar critérios no principal campeonato do país.
O novo modelo prevê remuneração fixa mensal, pagamentos por jogo e bônus por desempenho, além de investimentos estruturais em preparação física, acompanhamento de saúde e capacitação técnica contínua. Os profissionais passam a ter rotina semanal de treinos, avaliações periódicas e acesso a equipes multidisciplinares, como nutricionistas, psicólogos e fisioterapeutas, numa tentativa de aproximar a arbitragem brasileira dos padrões adotados nas principais ligas internacionais.
Os contratos serão formalizados em fevereiro, com início das atividades previsto para 1º de março. O vínculo será firmado no modelo de pessoa jurídica, o que permite que os profissionais mantenham outras atividades, embora com prioridade para as funções de arbitragem dentro do calendário da CBF. A entidade também prevê uma lista de suplentes para eventuais recusas.
A remuneração varia de acordo com a categoria e o nível de credenciamento dos profissionais, como árbitros Fifa ou CBF. Além de um salário fixo mensal, haverá pagamento por partida e bônus atrelados ao desempenho ao longo da temporada. Embora os valores individuais não tenham sido divulgados, a média salarial do grupo gira em torno de R$ 13 mil mensais, com os árbitros de campo recebendo os maiores vencimentos, que ultrapassam os R$ 30 mil fixos.
Abaixo, a GOAL mostra todos os árbitros de campo contratados para o Campeonato Brasileiro de 2026.
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