Uma coisa é certa: o português com a camisa número 10, com o maior salário do time, com habilidades e talento superiores aos de muitos de seus companheiros, quase nunca consegue ter um desempenho acima da média.
Nesta temporada, ele jogou partidas boas (poucas), decentes (algumas), satisfatórias (a maior parte) e algumas gravemente insatisfatórias.
Para usar uma metáfora que se aplica em algumas situações: Leão não é a cereja do bolo, mas também não é o bolo; é um jogador de quem nunca se sabe o que pode oferecer.
Essa é a sensação agravada, ressaltada pela atitude irreverente no momento da substituição, apesar da tentativa de Maignan de acalmá-lo e da de Allegri de mimá-lo.