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Grandes mudanças podem ocorrer no mercado de transferências depois que a União Europeia afirmou que algumas regras da FIFA sobre contratos de jogadores vão contra as leis do bloco econômico para o exercício da profissão. O ex-jogador da seleção da França foi obrigado a pagar 10,53 milhões de euros (R$ 63 milhões) ao Lokomotiv Moscou por ter rompido seu contrato antes do prazo estipulado. Sua busca por um novo clube ficou mais complicada, pois as regras da FIFA exigiam que qualquer time ajudasse a pagar o que Diarra devia como parte de qualquer negociação.
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O que o TJUE disse?
O Tribunal de Justiça da União Europeia recebeu o caso e decidiu que jogadores como Diarra e outros podem buscar indenização.
O advogado de Diarra comentou: "Todos os jogadores profissionais foram afetados por essas regras ilegais [em vigor desde 2001] e agora podem pedir compensação por suas perdas. Estamos certos de que esse 'preço a pagar' por violar a lei da UE vai, finalmente, fazer com que a FIFA se submeta às regras da União Europeia e acelere a modernização de sua governança. A imunidade da FIFA acabou; haverá uma nova era na governança do futebol após a decisão do tribunal da UE."
Panorama geral
A decisão do tribunal destaca um problema significativo no mundo do futebol e mostra uma clara falta de modernização em relação aos contratos de jogadores. A FIFA afirmou que está satisfeita por gerenciar o sistema de transferências de forma legal, mas está se abstendo de comentar mais até que considere a decisão do Tribunal de Justiça da UE.
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A decisão do tribunal destaca um problema importante no futebol e mostra que os contratos de jogadores precisam ser modernizados. A FIFA disse que está satisfeita por gerenciar o sistema de transferências legalmente, mas não vai comentar mais até analisar a decisão do Tribunal de Justiça da UE.