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Meio-campo da Juventus: Brahim Diaz é a obsessão de Spalletti; além de Kessie, também Brozovic e Matic

Depois de reestruturar pela enésima vez a diretoria, com Giovanni Carnevali como novo diretor executivo e Frederic Massara como novo chefe da área esportiva, a Juventus precisa também reconstruir o núcleo da equipe: o meio-campo. Nestes dias, a atenção do mercado da Juventus está voltada principalmente para o goleiro (Dibu Martinez ou Vicario), para a defesa (Lucumì ou Solet) e para o ataque (as especulações sobre Vlahovic e Kolo Muani), mas não há dúvida de que o meio-campo é uma das áreas em que a Velha Senhora precisa trabalhar mais, sobretudo no que diz respeito às contratações.


Não faltam questões a serem resolvidas por Carnevali e Massara: o que acontecerá com Douglas Luiz e Arthur? Koopmeiners tem mercado? Thuram é dispensável? Para Adzic e Miretti, pode haver boas soluções por meio de empréstimo? Independentemente de como essas questões serão resolvidas, as únicas certezas são Manuel Locatelli e Weston McKennie. A consequência é que a Juventus precisa buscar três reforços: um meio-campista sólido e de qualidade, um armador — jovem ou experiente — que possa tanto substituir Locatelli quanto jogar ao seu lado e, acima de tudo, um meia-atacante, o jogador capaz de atuar em espaços apertados, entre as linhas, tão desejado por Luciano Spalletti.


  • MEIO-CAMPISTA E ARMADOR

    No que diz respeito ao primeiro perfil, voltou a ganhar destaque nos últimos dias o nome do jogador sem contrato Leon Goretzka, alemão nascido em 1995, que ficou sem vínculo após o término do contrato com o Bayern de Munique. O que convence em Goretzka é a confiabilidade, mas os custos não convencem (ele pede 8 milhões por temporada). Passando para o nome do volante, já que a opção pelo caríssimo Morten Hjulmand foi abandonada há algum tempo — ele se transferiu do Sporting de Lisboa para o Atlético de Madrid por 40 milhões mais 5 de bônus —, a Juventus volta a considerar, pela enésima vez, Franck Kessie, que deseja retornar à Itália após a lucrativa experiência na Arábia e que se oferece aos bianconeri. Para o marfinense, na Juve agora há também o aval de Massara, que já o teve no Milan. Uma alternativa experiente, bem conhecida por Carnevali, pode ser Nemanja Matic, nascido em 1988, cujo contrato com o Sassuolo vence daqui a um ano. Como alternativa no elenco, e com tempo de jogo reduzido, Matic pode garantir a organização tática e as qualidades que faltam ao elenco da Juve. Por fim, entre os velhos conhecidos do futebol italiano, vale a pena ficar de olho também em Marcelo Brozović, croata ex-Inter, nascido em 1992, que está sem clube após o término do contrato com o Al-Nassr.


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  • O MEIO-CAMINHANTE

    E, por fim, o meia-atacante, a posição mais delicada e que mais faz falta à Juventus, uma função que, para Spalletti, é uma obsessão tática. Um dos alvos continua sendo Brahim Diaz, que esta noite enfrenta com o Marrocos as quartas de final da Copa do Mundo contra a França. Para o jogador nascido em 1999, para quem vale o mesmo argumento de Massara em relação a Kessie, a negociação continua complicada, tanto pelos custos (o Real Madrid pede nada menos que 40 milhões) quanto pela vontade do jogador (que só deixaria o Bernabéu se fosse considerado fora dos planos de José Mourinho).


    Enquanto isso, hoje saiu de cena outro jogador que estava na mira da Juventus para o meio-campo: trata-se do francês Arthur Atta, que se transfere da Udinese para a Fiorentina.


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