"Preciso marcar o gol da vitória", disse Matheus Cunha à BBC. "Então, quando a bola vem, todos os detalhes acontecem muito rápido e tudo o que quero fazer é finalizar a jogada muito bem." O fato de Cunha ter assumido a responsabilidade de marcar o gol da vitória apenas alguns minutos depois de Mikel Merino ter empatado a partida lembrou um jogador que costumava brilhar neste clássico e com quem ele já foi comparado em diversas ocasiões: Eric Cantona.
O CEO do United, Omar Berrada, chamou Cunha de "cantoniano" logo após sua transferência de 62,5 milhões de libras (R$ 448,4 milhões) do Wolves, e o gênio francês que mudou o rumo da história do clube na década de 1990 é mencionado sempre que o brasileiro produz algo mágico.
Para ser sincero, esses momentos foram muito raros no United, considerando seu preço e reputação, e às vezes a comparação parecia um exagero grosseiro, especialmente quando Cunha não conseguia inspirar os Red Devils enquanto Amad Diallo e Bryan Mbeumo estavam fora e Bruno Fernandes estava lesionado. De fato, ele começou as duas últimas partidas do United no banco de reservas, posição em que Cantona raramente era visto.
No entanto, seu lance espetacular provou que Cunha tem um fator X semelhante ao de Cantona e pode impulsionar o United de volta ao lugar onde quer chegar...
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