Isso não reflete bem sobre o restante da equipe do Manchester City, que já não parece ter o ar de invencibilidade que costumava defini-los. Uma interpretação do gol de Phil Foden, aos 46 minutos do segundo tempo contra o Leeds — que garantiu a vitória depois de o City desperdiçar uma vantagem de dois gols em uma segunda etapa amplamente decepcionante — é que o time de Guardiola demonstrou uma notável resiliência mental. Outra leitura, porém, é que eles quase deixaram escapar dois pontos — ou até três — por causa de uma performance complacente e precisaram de um momento de brilho individual após uma pane coletiva.
Os jogos recentes do Manchester City sugerem que a equipe está, de fato, vulnerável e terá dificuldades para acompanhar o Arsenal na briga pelo título, a menos que abandone o preocupante hábito de entregar vantagens.
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