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Luis Enrique lança aviso ao Chelsea e ao Barcelona, enquanto o técnico do PSG insiste que os atuais campeões da Liga dos Campeões estão prontos para enfrentar qualquer equipe

  • Sem fuga dos gigantes

    Os gigantes da Ligue 1 aguardam para descobrir seu destino no sorteio desta sexta-feira, onde têm a garantia de enfrentar um confronto de pesos pesados contra o Blues ou o Blaugrana. No entanto, o técnico espanhol foi rápido em transferir a pressão para seus colegas continentais, sugerindo que o fator medo associado ao clube parisiense permanece intacto. Embora alguns críticos tenham questionado o nível coletivo da equipe em comparação com a campanha vitoriosa da temporada passada, o ex-técnico da Espanha acredita que seu time ainda possui uma aura que intimida o restante dos participantes da Liga dos Campeões.

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    “Uma equipe muito, muito difícil de enfrentar”

    Quando questionado pelo Canal+ sobre se sua equipe ainda possuía a mesma força coletiva que os levou a serem coroados reis da Europa em 2024-25, Enrique deu uma resposta desafiadora. Ele convidou a mídia a perguntar aos seus rivais sua avaliação honesta do desafio que o PSG representa. “Você tem que fazer essa pergunta aos nossos adversários. Você verá o que eles responderão. Que é difícil? Não! Que é muito, muito difícil jogar contra nós”, afirmou, antes de acrescentar com um sorriso: “Não se esqueça de perguntar isso a eles”.

    A confiança do técnico vem da crença de que o poderoso time parisiense continua sendo um pesadelo tático para os treinadores adversários. Apesar do desempenho irregular contra o Mônaco, onde erros individuais permitiram que os visitantes permanecessem na disputa, Enrique confia na experiência de sua equipe em jogos importantes. Na temporada passada, Ousmane Dembele e seus companheiros percorreram um caminho traiçoeiro nas fases eliminatórias, eliminando os gigantes ingleses Liverpool, Aston Villa e Arsenal em sua trajetória rumo à glória continental.

  • Pronto para qualquer desafio continental

    Luis Enrique reforçou ainda mais sua postura otimista, deixando claro que a identidade do próximo adversário é irrelevante para as ambições do clube em conquistar o troféu. “Estamos prontos para enfrentar qualquer time, estamos prontos para disputar qualquer competição. E o que estamos tentando fazer é sempre o mesmo”, disse ele aos repórteres. O espanhol está convencido de que o clube da capital não mudará sua filosofia nem diminuirá suas expectativas, independentemente dos obstáculos que surgirem em seu caminho durante os últimos meses da temporada.

    O técnico do PSG também mencionou o desgaste físico que esta temporada única causou a todos os principais clubes europeus, sugerindo que a profundidade do elenco será o fator decisivo nas próximas rodadas. “É uma temporada especial porque todas as equipes tiveram muitos lesionados. Para nós, é muito claro, e não é uma desculpa, mas é importante ter todos os jogadores disponíveis”, explicou Enrique. Ele sabe que ter um elenco em plena forma será essencial para defender com sucesso o título contra a elite da Premier League e da La Liga.

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    Manter a mentalidade de campeão

    Com a chave da fase eliminatória prestes a ser finalizada na Suíça, a tensão está aumentando, mas Enrique continua focado no objetivo de longo prazo. Ele reconheceu que, embora conquistar títulos consecutivos seja uma tarefa monumental, seu grupo tem a força psicológica necessária. “Ainda faltam três meses de competição e temos a mesma mentalidade. É tentar vencer as competições em que participamos. É sempre um objetivo muito difícil”, concluiu o técnico de 54 anos, olhando para a primavera.

    Embora o sorteio possa resultar em um reencontro romântico com seu antigo clube, o Barcelona, ou em um confronto de alto risco com o Chelsea, a principal preocupação de Enrique é garantir que seus astros encontrem seu ritmo ideal no momento certo. O sorteio na sede da UEFA determinará o caminho, mas, aos olhos do técnico do PSG, é o resto da Europa que deve se preocupar com os atuais detentores do título. O caminho até a final é longo, mas os parisienses não têm intenção de abrir mão de seu status de time mais temido do continente.

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