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Cruzeiro v Ceara - Brasileirao 2025Getty Images Sport

Lucas Silva admite “incômodo” no elenco do Cruzeiro com atitude de Gabigol após eliminação para o Corinthians na Copa do Brasil 2025

  • Cruzeiro v Corinthians - Brasileirao 2025Getty Images Sport

    Questionamentos após pênalti decisivo

    A eliminação para o Corinthians na semifinal da Copa do Brasil de 2025 ainda ecoa nos bastidores do Cruzeiro. Depois de perder por 1 a 0 no Mineirão, a equipe mineira venceu por 2 a 1 na Neo Química Arena e levou a decisão para os pênaltis. Coube a Gabigol a cobrança que poderia garantir a vaga na final, mas o atacante parou em Hugo Souza, e o rival acabou avançando — posteriormente conquistando o título diante do Vasco da Gama.

    Em entrevista à Rádio HGPlay, Lucas Silva admitiu que o elenco ficou se perguntando por que o camisa 9 optou por uma batida diferente da habitual. Segundo o capitão, Gabigol costuma ter alto aproveitamento nas cobranças, inclusive nos treinamentos, o que aumentou a surpresa com a execução no momento decisivo.

    “O que a gente ficou se perguntando é por que ele bateu daquele jeito, já que costuma treinar bem e bater bem. Os goleiros passam apertado com ele nos treinos”, afirmou.
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  • “Clima de velório” no vestiário

    Lucas Silva descreveu o ambiente no vestiário como de “velório total” após a eliminação. O volante relatou que o grupo confiava na conversão do atacante e acreditava que a vaga estava próxima após sua própria cobrança convertida. “Com ele a gente está na final”, pensou o capitão antes da batida de Gabigol.

    Apesar da frustração, o jogador negou qualquer tipo de discussão ou desentendimento direto. Segundo ele, o sentimento predominante foi de abatimento coletivo diante de uma oportunidade desperdiçada em um cenário de alta pressão.

    “Mas não teve briga, não teve atrito, nem nada. Mas, a gente ficou se perguntando por que ele bateu daquele jeito que é uma grande característica dele...”, explicou Lucas Silva.
  • Gabigol, Cruzeiro, 2025Mauricio Simões/Cruzeiro

    Incômodo com saída antecipada

    Além da cobrança, outro ponto gerou desconforto interno: a decisão de Gabigol de permanecer em São Paulo e não retornar com a delegação para Belo Horizonte. De acordo com Lucas Silva, havia um acordo prévio para que todos viajassem juntos, independentemente do resultado, já que as férias começariam apenas após o retorno.

    O capitão reconheceu que a atitude “chateou um pouco” o elenco, mas fez questão de reforçar que não houve briga nem ruptura no grupo. Aquela partida marcou a despedida do atacante com a camisa do Cruzeiro; dias depois, ele deixou o clube e foi anunciado por empréstimo pelo Santos.

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