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Lionel Messi e companhia defendidos pelo técnico do Inter Miami, Javier Mascherano, após visita controversa à Casa Branca e encontro com Donald Trump

  • Mascherano aborda o barulho político

    A viagem do Inter Miami a Washington D.C. tinha como objetivo comemorar o sucesso na MLS Cup de 2025, mas a visita à Sala Leste rapidamente se tornou um foco de debate nas redes sociais. À medida que fotos de Lionel Messi e seus companheiros ao lado do presidente Trump circulavam, o Herons se viu no centro de uma tempestade midiática não esportiva.

    A equipe de Mascherano derrotou o Vancouver Whitecaps por 3 a 1 na final da MLS Cup, graças a um gol contra de Edier Ocampo e gols de Rodrigo De Paul e Tadeo Allende, ambos criados graças às assistências de Messi.

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  • President Trump Welcomes Major League Soccer Champion Inter Miami To White HouseGetty Images News

    “Seguindo o protocolo do campeonato”

    Durante uma coletiva de imprensa na sexta-feira via Zoom, Mascherano foi pressionado a explicar a imagem da reunião. O técnico argentino permaneceu calmo, tentando desviar a atenção para as obrigações esportivas de sua equipe, ao mesmo tempo em que reconhecia a curiosidade global em torno do evento.

    “Achei que íamos falar de futebol”, disse Mascherano, conforme citado pelo Miami Herald. “Cumprimos um protocolo que é uma tradição para a equipe campeã visitar a Casa Branca. Isso foi planejado há muito tempo, para a semana em que jogaríamos aqui em Washington. Ficamos lá algumas horas, pudemos ver um pouco da Casa Branca, não muito, o que foi possível. O contato com o presidente Trump foi o que foi visto na TV, nada mais do que isso.”

  • A química da equipe em meio a um circo itinerante

    Enquanto os críticos se concentraram na política, Mascherano enfatizou que a exigente agenda de viagens — incluindo os primeiros cinco jogos fora de casa em todas as competições no início da temporada — tem sido, na verdade, uma ferramenta para fortalecer os laços da equipe. Ele acredita que o tempo passado longe da Flórida fortaleceu a determinação coletiva tanto dos jogadores veteranos quanto dos jovens.

    “Somos maduros o suficiente para entender que uma coisa não tem nada a ver com a outra”, acrescentou. “Sabíamos que o início da temporada da liga seria complicado por termos que jogar as cinco primeiras partidas fora de casa. A visita à Casa Branca foi planejada entre um mês e meio e dois meses atrás. Talvez a viagem a Porto Rico tenha atrapalhado um pouco, porque deveria ter sido na pré-temporada, mas tivemos que cumprir a obrigação. A realidade é que, além de ontem, que não tem nada a ver com o nosso lado esportivo, o resto é viagem.

    Prefiro ver as viagens como algo positivo, porque os jogadores ficam mais juntos; podemos compartilhar mais coisas que no dia a dia em Miami não conseguimos fazer. Isso nos ajuda a ter um bom ambiente dentro da equipe e, no final das contas, se pudermos tirar proveito disso, será muito bom. Sabemos que não só estas duas últimas semanas, mas também as próximas duas serão da mesma forma, com muitas viagens, exceto o jogo de volta contra Nashville na Conca Champions, mas tentamos ir jogo a jogo. Amanhã é uma ótima oportunidade para continuar a crescer como equipe e aproveitar o bom resultado que tivemos em Orlando e continuar a ganhar pontos na temporada.”

  • Orlando City SC v Inter Miami CFGetty Images Sport

    Um encontro com Washington e a marca dos 900 gols

    O Inter Miami busca manter seu ímpeto contra o D.C. United no M&T Bank Stadium neste fim de semana. Após uma vitória convincente por 4 a 2 sobre o Orlando City, o Herons agora ocupa a sétima posição na Conferência Leste, com três pontos em duas partidas.

    Os holofotes continuam voltados para Messi, que marcou 898 gols em sua brilhante carreira como profissional. Mais dois gols o colocariam ao lado de Cristiano Ronaldo como os únicos jogadores em atividade a atingir a marca de 900 gols.

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