Em cada edição da Copa do Mundo, surge um novo campeão e se escreve uma história inesperada que lembra a todos que o futebol não se importa com a extensão geográfica nem com o número de habitantes, mas sim com a fé, o trabalho e a capacidade de desafiar o impossível.
E na Copa do Mundo de 2026, a história mais inspiradora coube à seleção de Cabo Verde, o pequeno país formado por dez ilhas no coração do Oceano Atlântico, cuja população não ultrapassa 525 mil habitantes, mas que conseguiu chamar a atenção do mundo ao se tornar o menor país da história a chegar às fases eliminatórias da Copa do Mundo.
Enquanto as potências tradicionais do futebol disputavam as vagas, a seleção dos “Tubarões Azuis” abriu caminho com firmeza em um grupo difícil que incluía Espanha, Uruguai e Arábia Saudita, alcançando um feito histórico e marcando um confronto com a atual campeã, a seleção da Argentina liderada por Lionel Messi, em uma das partidas mais emocionantes das oitavas de final.
No entanto, a chegada de Cabo Verde a essa fase não foi fruto do acaso, mas sim de um projeto de longo prazo iniciado há anos, que combinou planejamento, estabilidade técnica e o aproveitamento dos membros da diáspora espalhados pela Europa, até que um pequeno país se transformasse em uma história de sucesso mundial, segundo informou a “BBC”.










