De vista da próxima temporada, a ideia de Chivu é mudar o sistema de jogo, passando de um meio-campo com três jogadores para uma linha de meio-campo composta por dois jogadores centrais.
Uma função que nenhum dos atuais sete meio-campistas da Inter desempenha naturalmente: de Barella a Zielinski, passando por Calhanoglu, Diouf, Frattesi, Mkhitaryan e Sucic. Entre todos eles, talvez o polonês ex-Napoli seja o único com 100% de certeza de permanecer em Milão, enquanto os outros podem muito bem mudar de ares.
Andrey Santos pode atuar como volante em um meio-campo de três, mas também como meio-campista central, como demonstrou no Chelsea ao lado do equatoriano Moises Caicedo e na seleção brasileira de Carlo Ancelotti, junto com seu compatriota Bruno Guimarães, do Newcastle.
Não é por acaso que o Inter está de olho em outros meio-campistas capazes de atuar na dupla de meio-campo: o francês Manu Koné, da Roma, o alemão Leon Goretzka e o marfinense Franck Kessié. Os dois últimos têm contrato que expira em junho, respectivamente com o Al-Ahli e o Bayern de Munique.
Sem esquecer o sérvio Aleksander Stankovic, que os nerazzurri estão prontos para trazer de volta à Itália, pagando ao Bruges os 23 milhões de euros previstos pelo direito de recompra.