Era maio de 2004, nas oitavas de final da Copa do Rei Sub-19 entre Barcelona e Sevilha. No banco dos andaluzes estava justamente De la Fuente, que decidiu designar um marcador individual para o jovem Leo Messi, de 17 anos. “Me disseram para ficar de olho nesse garoto, então coloquei um jogador para marcá-lo de perto. Até os 75 minutos, tudo estava bem, o placar estava 0 a 0, mas o marcador dele recebeu um cartão amarelo e eu o substituí, mudando de estratégia”.
A escolha acabou sendo fatal: Messi marcou quatro gols em 22 minutos, garantindo ao Barcelona uma vitória que ficou na memória. Um vislumbre do fenômeno que viria a escrever a história do futebol.
Mais de vinte anos depois, De la Fuente garantiu que a Espanha não adotará a marcação individual. A lição, evidentemente, ficou gravada.