Foi um milagre esportivo que provavelmente superou até as conquistas consecutivas do Nottingham Forest na Liga dos Campeões em 1979 e 1980, o sucesso do Wimbledon na FA Cup em 1988, e a campanha da Grécia na Eurocopa de 2004. O Leicester superou todos os super clubes do futebol inglês — em uma era na qual o dinheiro e os investimentos imperam no mundo do futebol — ao longo de uma temporada inteira.
O ex-treinador do Chelsea, Ranieri, recebeu a maioria dos elogios, e com razão. O adorável italiano montou os Foxes em um 4-4-2 focado na disciplina defensiva e contra-ataques rápidos, e fez um trabalho magistral de manter os pés de seus jogadores no chão à medida que o objetivo final se aproximava. Ele também fez de N'Golo Kanté sua primeira contratação no clube, trazendo o meio-campista francês do Caen por apenas £ 6 milhões, o que acabou se revelando uma jogada de mestre no mercado de transferências.
No entanto, foi Nigel Pearson, o antecessor de Ranieri, quem foi responsável por montar a maioria dos jogadores-chave no elenco campeão. Jamie Vardy, Danny Drinkwater e Wes Morgan, todos se juntaram aos Foxes em 2012, e Pearson trouxe Riyad Mahrez, Danny Simpson e Marc Albrighton dois anos depois. Pearson também completou as contratações permanentes de Robert Huth, Christian Fuchs e Shinji Okazaki pouco antes de sua demissão, no dia 30 de junho de 2015.
A saída de Pearson foi, em suas próprias palavras, um "grande choque". É seguro dizer, contudo, que o inglês não teria sido capaz de desbloquear todo o potencial do elenco da mesma forma que Ranieri fez. Se ele tivesse permanecido no comando, o Leicester poderia ter lutado por uma posição na primeira metade da tabela, mas a magia necessária para desafiar as maiores equipes do futebol inglês não teria acontecido.
O que poucos sabem é que, antes do capítulo mais memorável da história de 132 anos do Leicester, uma polêmica envolvendo uma sex-tape ocorreu. Abaixo a GOAL te conta essa história.
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