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Valencia CF v FC Barcelona - LaLiga EA Sports 2026/27Getty Images Sport

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'Ele tem soluções': Dani Olmo revela como Hansi Flick e o Barcelona vão lidar sem o talismânico camisa 9

  • A visão de Flick para uma era pós-Lewandowski

    O Barcelona inicia a nova temporada diante de um vazio significativo após a saída de Robert Lewandowski, um atacante cujo impacto histórico é praticamente insubstituível. No entanto, Olmo acredita que Flick já traçou uma estratégia para garantir que a equipe continue sendo uma força poderosa em La Liga e na Champions League. Ao priorizar a fluidez e a movimentação coletiva em vez de um ponto de referência estático, o treinador alemão busca modernizar o ataque do Barcelona. Olmo insiste que, embora as peças tenham mudado, a ambição segue tão alta quanto sempre para o gigante catalão.

    "Não existe ninguém como Robert na história", disse Olmo ao The Guardian. "Mas estamos jogando com Raphinha de camisa 9. Gabriel Jesus chegou. Hamza [Abdelkarim] está indo muito bem. O treinador sabe que também tem esse coringa de me colocar ali, ou Fermin [López], que é uma posição em que me sinto confortável. Então ele tem soluções. O clube fez um trabalho incrível. Rodri, Gabriel Jesus, Karim [Adeyemi], [Anthony] Gordon nos dão muito."

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  • Valencia CF v FC Barcelona - LaLiga EA Sports 2026/27Getty Images Sport

    O impacto de Rodri e a filosofia defensiva

    Um dos principais pilares do novo Barcelona de Flick é a chegada de Rodri, vindo do Manchester City. O volante espanhol é visto como o sucessor natural de Sergio Busquets, oferecendo a solidez estrutural necessária para permitir que jogadores criativos como Olmo circulem livremente. A mudança tática envolve uma linha defensiva alta e pressão intensa, um sistema que Olmo admite trazer riscos, mas que é essencial para competir no mais alto nível do futebol europeu.

    "Rodri é o jogador que mais se parece com Busquets", explicou Olmo. "Ele se encaixa perfeitamente no nosso jogo, no nosso sistema, na nossa ideia, que é semelhante à da seleção. Ele é posicional, traz equilíbrio, o que vai me dar mais liberdade para interpretar onde estão os espaços. Ele sustenta a estrutura. Sabemos que o sistema é arriscado às vezes, mas temos a experiência e o conhecimento para avaliar quando ir e quando não ir, quando nos resguardar."

  • Aprendendo com fracassos anteriores na Champions League

    Para Olmo e a atual geração, a Liga dos Campeões continua sendo a fronteira final, já que o clube não consegue erguer o troféu desde 2015. O meio-campista reconhece que as eliminações anteriores contra equipes como Inter e Atlético de Madrid foram dolorosas, mas serviram como experiências de aprendizado vitais para um elenco que finalmente está amadurecendo. Flick incutiu uma mentalidade de minimizar riscos por meio de concentração e esforço físico, exigindo que cada jogador contribua na fase defensiva independentemente de suas funções ofensivas. Essa abordagem disciplinada é o que Olmo acredita que faltou nas temporadas anteriores.

    "A Liga dos Campeões é decidida em pequenos detalhes que não estiveram ao nosso favor, mas os últimos dois anos foram experiências para o futuro. Éramos um time jovem. Ainda somos. Na minha opinião, o Barcelona tem a melhor base do mundo; [Marc] Bernal, Lamine [Yamal] e agora Xavi Espart. Pedri ainda é jovem e está no mais alto nível há seis, sete anos. Temos essa experiência agora", afirmou.

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  • Spain v Argentina: Final - FIFA World Cup 2026Getty Images Sport

    Uma mentalidade vencedora de Copa do Mundo no Camp Nou

    O triunfo em Nova Jersey, onde a Espanha derrotou a Argentina para se tornar campeã do mundo, alterou profundamente a psicologia do elenco do Barcelona. Com oito campeões da Copa do Mundo no grupo, há um renovado senso de autoconfiança que Flick está ansioso para explorar. Olmo descreveu a transição da glória internacional de volta aos compromissos com o clube como um processo natural, impulsionado pela exigência imediata do treinador por mais títulos.

    "Isso muda você, muda sua vida", disse Olmo sobre a conquista da Copa do Mundo. "Ainda não sei se entendemos isso. Você percebe quando é [aplaudido] em outros estádios, mas vamos realmente entender com o tempo. É como se você tivesse entrado em outra dimensão, um grupo muito seleto", concluiu.