Após a segunda daquelas derrotas, diante do Chile nos pênaltis, Messi se aposentou por um breve período, arrasado. E disse: "A seleção acabou para mim". Mas ela não acabou de fato naquele momento, pois Messi voltou, e a história mudou gradualmente.
Sob o comando de Lionel Scaloni, a Argentina construiu um time em torno de seu capitão sem tornar-se totalmente dependente dele, cercando o veterano dono da camisa 10 de energia, ímpeto e comprometimento coletivo, fatores que permitiram que sua genialidade florescesse.
O ponto de virada veio na Copa América de 2021, quando a Argentina derrotou o Brasil no estádio do Maracanã, dando a Messi seu primeiro grande título internacional com a seleção principal.
O relatório prosseguiu: "Depois veio a Copa do Mundo, 18 meses mais tarde. Messi foi espetacular no Catar, entregando gols, assistências decisivas e momentos de inspiração, enquanto a Argentina se recuperava de uma derrota chocante em sua partida de estreia diante da Arábia Saudita para chegar à final. Ele marcou dois gols contra a França, antes de converter nos pênaltis, para enfim erguer a taça que se tornou a peça que faltava em seu argumento para se colocar ao lado dos maiores jogadores de futebol, ou acima deles. E, para a Argentina, essa conquista também completou a transformação de Messi".
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