Ampliando seu discurso para além dos Estados Unidos, Guardiola proferiu um poderoso discurso sobre o estado dos conflitos globais, descrevendo especificamente a situação em Gaza como um "genocídio". Ele expressou profunda frustração pelo fato de que, apesar da abundância de informações e imagens ao vivo do sofrimento, o mundo frequentemente opta por ignorá-lo.
"Nunca, jamais na história da humanidade tivemos informações tão claras diante de nossos olhos como agora - o genocídio na Palestina, o que aconteceu na Ucrânia, o que aconteceu na Rússia, o que aconteceu em todo o mundo - no Sudão, em todos os lugares", disse ele.
"O que aconteceu diante de nós? Querem ver? São os nossos problemas como seres humanos. São os nossos problemas."
Para Guardiola, a questão transcende as lealdades políticas e atinge o âmago da humanidade. Ele falou da dor visceral que sente ao ver imagens de famílias destruídas pela guerra. "Não consigo imaginar como alguém não consegue sentir isso, ao ver essas imagens todos os dias, pais, mães, filhos, passando por tudo aquilo, com suas vidas destruídas, e as pessoas não conseguem sentir um mínimo de compaixão? Desculpe, eu não consigo sentir."