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Germany v Curacao: Group E - FIFA World Cup 2026Getty Images Sport

Conheça o jogador de Curaçao que tem nome inspirado em Juninho Pernambucano

O meio-campista Juninho Bacuna, de Curaçao, chamou atenção na Copa do Mundo não apenas pela participação em campo, mas também pela origem do seu nome, diretamente ligada a um ídolo do futebol brasileiro.

O jogador revelou após a partida que foi batizado em homenagem a Juninho Pernambucano, referência marcante no futebol mundial e conhecido principalmente por sua passagem pelo Vasco da Gama.

Segundo Bacuna, a escolha partiu de sua mãe, grande admiradora do futebol do Brasil, que decidiu homenagear o ex-meia brasileiro ao nomear o filho.

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    Homenagem ao ex-jogador brasileiro

    O jogador explicou a origem do nome e destacou a influência da família na escolha: “Meu nome foi dado em homenagem ao (Juninho) Pernambucano. Minha mãe é uma grande fã do Brasil, adorou o nome e me deu esse nome em homenagem.”

    Em entrevista à Sky Sports, ele disse: “Eu cresci na Holanda. Nasci na Holanda. Mas meu pai, a primeira coisa que ele me disse foi: ‘Você não é da Holanda. Você é puramente Curaçao’.”

    Mesmo com a derrota por 7 a 1 para a Alemanha na estreia, Curaçao alcançou um marco histórico ao marcar seu primeiro gol em uma Copa do Mundo.

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  • Origem no Caribe e influência do futebol brasileiro

    No Caribe, a família Bacuna viveu em Boca Sami, vila de Curaçao onde o futebol brasileiro era bastante popular. O nome de Juninho Bacuna reflete essa influência direta.

    “Juninho Gracielo Bacuna (sim, Juninho mesmo, como primeiro nome).”

    O meia também destacou a visibilidade inédita do país em uma Copa do Mundo e a reação internacional à estreia da seleção.

    “É uma loucura. Desde que nos qualificamos para a Copa do Mundo, você vê algumas pessoas pensando tipo: ‘Quem é Curaçao?’. E então elas vão pesquisar e ver tipo: ‘Ah, ok. Curaçao é um lugar bem legal’”, disse o jogador.

    Juninho e Leandro Bacuna dividem o meio-campo da seleção e representam pilares diferentes da equipe: o primeiro atua mais na criação, enquanto o irmão mais velho exerce função de contenção e liderança.

    “Eu vim para a seleção primeiro. Ele ainda estava esperando, jogando no sub-21 da Holanda. Mas aí fomos jogar a Copa Ouro nos Estados Unidos, liguei para ele e disse: ‘Preciso de ajuda’. E Juninho respondeu: ‘Ok, na próxima vez, quando eu puder, eu vou e me junto a você’”, contou Leandro Bacuna em entrevista.

    O entrosamento familiar virou uma das principais armas da equipe na competição, que chega à Copa após um processo de reformulação iniciado há mais de uma década pela federação local.