Na cabeça de Mancini, a escolha prioritária sempre foi o esquema 4-3-3, mas a menção aos dois atacantes é obrigatória, dada a abundância de centroavantes à disposição.
Analisando os convocados, e sobretudo os ausentes que poderiam condicionar, e não pouco, as escolhas do técnico da Itália (principalmente Dimarco), o 11 ideal inicial que o treinador poderia propor é o de um 4-3-3 fluido, que poderia se transformar, quando necessário, em 4-3-1-2.
No gol, o capitão Donnarumma; no centro da defesa, Mancini e Bastoni, com Calafiori na lateral esquerda no modelo Arsenal e Kayode à direita (à espera de Palestra para o futuro). No meio-campo, Barella e Tonali poderiam atuar desde já ao lado de Alessandro Romano na armação, mas Frattesi como elemento de chegada, com Tonali como regista, também não está descartado.
Por fim, na frente, Kean e Pio Esposito sairão como titulares, com o atacante do Como destinado a abrir pela esquerda e um entre Daniel Maldini e Samuele Inacio na meia-atacante, com liberdade para cair pela direita.
Itália (4-3-3/4-3-1-2): Donnarumma, Kayode, Mancini, Bastoni, Calafiori; Barella, Romano, Tonali; Maldini, Pio Esposito, Kean.