O Brasil espera resolver a classificação para as oitavas de final da Copa do Mundo diante do Japão ainda nos 90 minutos, nesta segunda-feira (29), em Houston. Mas, caso a vaga seja decidida nas penalidades, Carlo Ancelotti já tem uma filosofia consolidada para definir quem assume a responsabilidade na marca da cal.
As últimas disputas de pênaltis da seleção ficaram marcadas por eliminações dolorosas. Em 2022, na Copa do Mundo do Qatar, a seleção brasileira caiu para a Croácia. Dois anos depois, foi eliminado pelo Uruguai na Copa América. Em ambas as ocasiões, as decisões dos treinadores viraram alvo de questionamentos.
Tite admitiu, posteriormente, que errou ao deixar Neymar para a quinta cobrança diante dos croatas, o camisa 10 sequer bateu porque a seleção foi eliminada antes. Já Dorival Júnior recebeu críticas pela pouca participação na conversa com os jogadores antes das penalidades contra o Uruguai. Porém, com Ancelotti, o método é diferente.





