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Las otras grandes estrellas del Clásico entre el Real Madrid y el BarcelonaGoal

Os coadjuvantes de Real Madrid e Barcelona que entraram para a história de El Clásico

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É semana de clássico, e como sempre, vasculha-se arquivos em busca de estatísticas e dados de todos os tipos sobre os jogos entre Real Madrid e Barcelona. Suficientes para que os torcedores de ambos os lados vejam, se desejarem, a superioridade da sua equipe em alguns registros históricos que mostram grande equilíbrio.

E quando se olham os jogadores, os principais nomes sempre aparecem em destaque; Vinicius Jr., Kylian Mbappé, Jude Bellingham, Lamine Yamal, Pedri, Raphinha ou Lewandowski são os primeiros que vêm à mente se pensarmos em figuras do Real Madrid ou do Barcelona atualmente. Cristiano Ronaldo, Leo Messi, Di Stéfano, Ronaldinho, Raúl ou Iniesta, se olharmos para o passado. E com esses astros vêm outras lendas como Luis Suárez (os dois; o galego e o uruguaio), Puskas, Gento, César...

Mas há outro tipo de jogadores, muitas vezes também conhecidos, mas que passa mais despercebidos entre os nomes legendários que desfilam nas memórias dos torcedores de ambos os times. Atletas que, muitas vezes, com um caráter especial que os fazia – ou faz – se destacar nos momentos decisivos, nos jogos intensos, quando outros se escondem.

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  • Jaime Lazcano

    Histórico atacante merengue, o jogador de Pamplona foi um goleador de destaque da primeira metade do século XX, marcando mais de 80 gols com a camisa do Real Madrid. No clássico, sua sede de sangue era ainda maior do que o habitual, tendo feito oito gols em oito confrontos, um por partida, uma média brutal que o mantém até hoje entre os maiores artilheiros na história do embate Real Madrid x Barcelona.



  • Samuel Eto'o Barcelona Getty Images

    Samuel Eto'o

    O icônico jogador camaronês passou cinco temporadas no Barcelona e se destacou por sua personalidade intensa. Essa psotura que o fez "desabafar" sobre Ronaldinho e outros companheiros de Barcelona por sua pouca profissionalismo e ameaçar deixar La Romareda por cânticos racistas, é a mesma que o impulsionava em momentos decisivos, como no gol que abriu o placar para o Barça na final da Champions League de 2009, em meio à pressão do United e cercado por jogadores do poderoso time de Ferguson. Ele marcou 11 gols no Real Madrid em toda sua carreira, quatro em El Clásicos, e não é coincidência que tenha participado de algumas das das grandes goleadas dos culés sobre o Madrid, como o 6 a 2 de 2009, onde deu uma assistência para gol. 


  • Luis Enrique Barcelona 1998Getty Images

    Luis Enrique

    Falar de personalidade nos clássicos inevitávelmente leva à figura do atual treinador. Ele disputou por ambos os lados e em ambos marcou. O asturiano nunca foi de se esconder e, com Los Blancos, participou do emblemático 5 a 0 sobre o então decadente time de Cruyff, em uma era de ouro blaugrana. Com os culés, estando em Barcelona em alguns dos anos mais sombrios do clube e enfrentando o Real Madrid dos Galácticos, mostrou uma entrega como poucos. Com ele em campo, o Barcelona venceu oito clássicos, empatou sete e perdeu apenas três.


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  • Iván ZamoranoArchivo

    Iván Zamorano

    Oito gols em 12 clássicos adornam a participação do corajoso ex-atacante chileno nos duelos entre os gigantes espanhóis dos anos 90. Enfrentando o lendário "Dream Team" de Johan Cruyff, Zamorano foi sempre uma pedra no sapato do Barcelona, que sofria para parar seu poderio aéreo. É lembrada também sua forte, e estranha, amizade com o mito azul-grená contra o qual competia, Hristo Stoichkov, outro dos grandes nomes na história do clássico e que foi decisivo em mais de uma ocasião para os culés.


  • GER ONLY Guillermo Amor FC Barcelona 1994imago images / Cordon Press

    Guillermo Amor

    Os seus primeiros jogos contra parte da geração Quinta do Buitre não foram positivos, e os últimos, a nível pessoal, já em Villarreal contra o Madrid Galáctico, também não. Mas, entre ambos, o jogador de Benidorm tem um lustroso histórico de vitórias ante os merengues, sendo um jogador icônico do ‘Dream Team’. É importante lembrar seu gol de cabeça para o 1 a 0 no Santiago Bernabéu, pelo Campeonato Espanhol 93/94, fundamental para a enorme remontada do Barcelona ao Deportivo La Coruña, combinada com o pênalti perdido de Djukic, para o último título do Cmapeonato Espanhol de Cruyff.