Poucos técnicos chegaram à seleção brasileira cercados por tanta expectativa quanto Carlo Ancelotti. Quando assumiu o comando da equipe após um ciclo turbulento dentro e fora de campo, o italiano desembarcou com um currículo praticamente incontestável.
Mas, em apenas um ano, o que mais chamou atenção não foram os títulos conquistados na Europa ou os números à frente da seleção. Foi a forma como conseguiu devolver tranquilidade a um ambiente desgastado.
Nesta quarta-feira (10), Ancelotti completa 67 anos às vésperas de sua primeira Copa do Mundo como treinador principal. O aniversário chega em um momento especial: depois de décadas acumulando conquistas em clubes, ele finalmente vive a experiência que definiu como um sonho pessoal: comandar o Brasil em um Mundial.
Em outubro do ano passado, ao falar sobre a possibilidade de conquistar um feito inédito para um técnico estrangeiro, o italiano deixou claro o tamanho da ambição.
“É verdade que nunca aconteceu, mas sempre há uma primeira vez”.
Mais do que quebrar um tabu histórico, Ancelotti quer encerrar um jejum que já dura 24 anos para o futebol brasileiro.
“Meu objetivo é dar tudo de mim pela seleção brasileira, tentar fazer com que joguem o seu melhor e conquistar a Copa do Mundo”.




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