As visitantes levaram menos de três minutos para abrir o placar, com a ex-meia do United Vilde Boe Risa cedendo a posse de bola ao seu antigo clube no alto do campo, facilitando para Malard preparar Terland para quebrar o empate. A norueguesa pensou que tinha marcado o segundo gol apenas cinco minutos depois, quando Ellen Wangerheim habilmente desviou uma cabeçada para ela finalizar, mas Terland estava em posição de impedimento.
Isso pareceu servir como um alerta para o Atlético, que entrou muito mais no jogo depois disso, embora sem criar grandes chances. O maior susto do United foi, na verdade, quando o campo encharcado pela chuva criou um salto enganador da bola, que pegou Dominique Janssen desprevenida e colocou Amaiur Sarriegi atrás dela, mas Anna Sandberg conseguiu se recuperar bem. A maioria das tentativas do time da casa foram especulativas na primeira etapa e, quando Malard fez 2 a 0 pouco antes do intervalo, com um belo chute com efeito, parecia que o jogo estava praticamente decidido.
Essa sensação perdurou no segundo tempo, quando Jayde Riviere testou Lola Gallardo com um chute forte e Jess Park quase acertou o canto inferior da área. Isso até o Atleti se recuperar nos minutos finais. Boe Risa obrigou Phallon Tullis-Joyce a fazer uma excelente defesa em um tiro livre, Synne Jensen invadiu a área e, inexplicavelmente, optou por passar em vez de chutar, permitindo que Maya Le Tissier interviesse brilhantemente. Em seguida, Jensen aproveitou um mau lançamento de Tullis-Joyce e mandou uma meia-voleio por cima do travessão.
Mas o United manteve a vantagem de dois gols e marcou o terceiro contra o ritmo do jogo, quando Zigiotti finalizou uma bela jogada coletiva no final da partida, o que significa que o Atleti precisará de um milagre para ultrapassá-lo e garantir uma vaga nas quartas de final na próxima semana.
O GOAL avalia as jogadoras do United no Centro Desportivo de Alcalá de Henares...


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