A Copa do Mundo de 2002 também teve várias histórias marcantes, e uma delas foram as boas campanhas dos anfitriões asiáticos.
O Japão, um dos mandantes do Mundial, brilhou chegando até as oitavas de final, no entanto, a Coreia do Sul chamou atenção com uma caminhada épica até às semifinais.
Para muitos, porém, uma caminhada que contou com a ajuda da arbitragem. E a discussão é enorme especialmente pelo polêmico duelo dos sul-coreanos com a Itália nas oitavas de final.
O equatoriano Byron Moreno, árbitro daquele jogo, teve uma atuação daquelas... Primeiro, marcou um pênalti inexistente a favor da Coreia do Sul, desperdiçado por Ahn Jung-Hwan, que parou no lendário Gianluigi Buffon. Depois disso, a Itália ainda reclamou de faltas e impedimentos mal marcados. O jogo acabou empatado em 1 a 1 no tempo normal e foi para a prorrogação.
No tempo extra, Totti foi erroneamente expulso e a Azzurra teve um gol anulado por impedimento. No fim das contas, Ahn Jung-Hwan se redimiu e marcou o gol de ouro faltando apenas dois minutos para o fim da prorrogação.
Revoltados, os italianos reclamaram demais da arbitragem e alegaram que a Fifa conspirou para o avanço da Coreia do Sul. O então presidente da entidade, Sepp Blatter, desmentiu as acusações, mas concordou que a arbitragem foi "desastrosa" e a Itália prejudicada.