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Arthur Cabral vive pior fase da carreira no Botafogo e vê improvisos no ataque ganharem preferência

Arthur Cabral foi contratado pelo Botafogo, pouco antes do Mundial de Clubes de 2025, com status de grande contratação. Foram investidos 5 milhões de euros (cerca de R$ 95 milhões na época) no atacante, que estava no Benfica e chegava com a responsabilidade de herdar a lacuna que seria deixada por Igor Jesus.

Trinta e cinco jogos depois, com apenas sete gols marcados, é possível afirmar que o centroavante ainda não deu certo. Longe disso. Arthur Cabral vem sofrendo com um problema de lombalgia e a torcida tem sofrido ao vê-lo em campo: quase sempre desconexo, sem conseguir dar volume de jogo e deixando a desejar em sua missão primária: fazer gols.

Na vitória por 2 a 0 contra o Nacional de Potosí, que classificou o Alvinegro para a próxima etapa da pré-Libertadores, apesar da atuação abaixo do esperado, o camisa 19 saiu do banco de reservas aos 75 minutos para dar fôlego e novas opções ao ataque botafoguense: não finalizou nenhuma vez, não conseguiu pressionar no ataque e o aproveitamento nos passes foi baixo (43% em sete tentativas).

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    Números muito ruins

    Arthur Cabral não está abaixo da expectativa apenas para o Botafogo. Levando em conta toda a sua carreira, o centroavante tem, pelo Glorioso, sua pior média de gols por jogo.

    Em 35 partidas foram somente sete gols: média de 0,17 é inferior a todos os outros momentos da carreira do centroavante. A sua melhor marca, neste sentido, foi pelo Basel, da Suíça: 0,6 gols por jogo entre 2019 e 2021. A pior, antes do Botafogo, foi em sua passagem relâmpago pelo Palmeiras, com um gol em cinco partidas (média de 0,2).

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    Concorrência de improviso

    Arthur Cabral apareceu com destaque pelo Ceará, em 2017. Em 2019, o Palmeiras o comprou, mas acabou negociando o atacante com o Basel, da Suíça, onde viveu seu melhor momento antes de passagens por Fiorentina e Benfica até chegar ao Botafogo.

    Em meio ao momento ruim, o técnico alvinegro, Martín Anselmi, tem improvisado o ponta Matheus Martins mais centralizado no ataque. E embora Matheus também seja alvo de insatisfação dos torcedores, por causa de gols desperdiçados, acaba conseguindo gerar mais volume de jogo com os demais companheiros. O jovem panamenho Kadir, de apenas 18 anos, tem sido a outra opção.

    Ou Arthur Cabral encontra logo sua forma, ou a grande contratação alvinegra para o ataque em 2025 vai acabar perdendo espaço para improvisações ou para um jovem da base.

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