Não se esperava que o Liverpool enfrentasse tantas dificuldades. Sim, os Reds perderam sua jogadora estrela, Olivia Smith, na janela de transferências do verão, quando ela se juntou ao Arsenal por uma quantia recorde de £ 1 milhão, e a saída da vice-capitã Taylor Hinds para o mesmo clube foi outro golpe. Mas ter que esperar até 2026 pela primeira vitória da campanha 2025-26, enquanto ocupava a última posição da tabela da WSL por quase metade da campanha, não era o que ninguém previa.
Com a chegada das férias de inverno, vieram as primeiras demissões de treinadores. Jocelyn Precheur, do London City Lionesses, sexto colocado, foi uma das que chocou muitos, enquanto a saída de Rehanne Skinner do West Ham foi menos surpreendente, já que o Hammers estava bem abaixo, na zona de rebaixamento, junto com o Liverpool. Alguns esperavam que o Reds também agisse, que se despedisse de Gareth Taylor após apenas meia temporada em Merseyside. Mas o clube manteve o ex-técnico do Manchester City e, após uma janela de transferências frutífera em janeiro, a situação finalmente começou a mudar.
Fora da zona de rebaixamento pela primeira vez desde novembro, o Liverpool parece estar voltando ao caminho certo. Então, o que estava dando tão errado para os ex-campeões? E eles estão realmente virando a página agora, afastando-se do risco de rebaixamento? Ou ainda pode haver perigo à frente para um time que terminou em quarto lugar há apenas dois anos?
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