As declarações do presidente da Fifa, Gianni Infantino, que soaram quase como uma zombaria em relação à Itália, provocaram uma reação imediata da Figc que, embora em um clima de grandes mudanças — o que levará o presidente Gabriele Gravina a deixar em breve o cargo para dar lugar a Abodi ou Malagò (este último o favorito) —, respondeu imediatamente ao número 1 da federação mundial de futebol, exigindo respeito por uma declaração considerada “infeliz”.
Getty Images SportA PROVOCação de Infantino
Em entrevista à CazéTV, Infantino provocou a Itália da seguinte forma: “Vamos ver como será esta Copa do Mundo com 48 seleções. É claro que se trata de um evento gigantesco. Já discutimos a possibilidade de 64 seleções, para envolver ainda mais o mundo inteiro. A proposta foi apresentada no Conselho da FIFA, mas, enquanto isso, vamos aproveitar esta primeira edição da Copa com 48 seleções. Talvez a Itália se classificasse com 64 seleções… poderíamos chegar a 208 para ver se ela se classifica”.
A RESPOSTA DA FIGC
A FIGC já se pronunciou: “Foi uma declaração infeliz, uma falta de bom gosto que feriu os sentimentos de toda a comunidade esportiva italiana. O futebol ensina valores, a começar pelo respeito”.
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