+18 | Conteúdo Comercial | Aplicam-se termos e condições | Jogue com responsabilidade | Princípios editoriais
Matheus Cunha cresce em importância com o decorrer da Copa

Matheus Cunha cresce em importância com o decorrer da Copa

Um dos destaques do Brasil na Copa até aqui, Matheus Cunha vem evoluindo.

Copa do MundoOdds
Matheus Cunha marcar a qualquer momento contra a Escócia 2.30
Matheus Cunha ser o artilheiro do Brasil na Copa do Mundo2.10

Odds fornecidas pela bet365. Corretas na data e horário de publicação e sujeitas à mudanças 

Correção de rota reforçou a expectativa pré-torneio

Apesar da qualidade demonstrada por Matheus Cunha antes do início da Copa, o atacante do Man. United acabou iniciando o torneio no banco de reservas, preterido por Igor Thiago. Além de não ter tido uma grande atuação naquilo que faz de melhor diante do Marrocos, Igor Thiago naturalmente não ofereceu a mesma versatilidade e apoio que estão enraizados no estilo de Cunha em outras fases do jogo.

Após entrar contra o Marrocos no eventual empate por 1-1 do Brasil e acumular bons minutos, Cunha foi uma escolha fácil para o time titular diante do Haiti e, independentemente da qualidade ou falta dela do adversário, Cunha provou a sua capacidade marcando os dois primeiros gols brasileiros na vitória por 3-0.

Além de torná-lo valioso para o seu clube, o Manchester United, essa mobilidade de Cunha ajuda especialmente na conexão com Vini. Jr., cada vez mais importante para a Seleção Brasileira, lembrando que foi de Vini a assistência para o primeiro gol de Matheus Cunha nesta Copa do Mundo.

Agora, mais do que nunca, em meio à ausência de Raphinha por lesão, cuja data de retorno é incerta, o Brasil depende mais ainda deste encaixe entre Vini. Jr. e Cunha que esteve por trás dos melhores momentos do Brasil no Mundial.

Cunha está acima de Endrick na briga pela titularidade 

Além de Igor Thiago, que perdeu muito espaço pela ineficiência no empate contra o Marrocos — algo do qual pode até se debater o quanto razoável é, mas simplesmente reflete a realidade em um torneio de tiro curto —, o Brasil também tem Endrick como opção para uma faixa central.

Diferentemente de Igor Thiago e Matheus Cunha, Endrick ainda não teve uma chance como titular e, pelo que Cunha apresentou no último jogo, esse não será o caso na terceira rodada, quando o Brasil enfrenta a Escócia precisando da vitória para se manter no topo da chave.

Embora seja necessário ressaltar que o time como um todo se desconfigurou bastante na etapa complementar da vitória contra o Haiti, a atuação individual de Endrick não foi deslumbrante, com a Seleção Brasileira diminuindo significativamente o ritmo na reta final.

O melhor momento do jovem atacante que passou a segunda metade da última temporada emprestado pelo Real Madrid ao Lyon foi o gol anulado por impedimento. Tirando aquele momento, Endrick não conseguiu ser impactante até por falta de oportunidades mesmo e deve seguir no banco.

Temporada de Cunha o credencia a esse status 

Juntando-se a um clube que viu várias estrelas caírem drasticamente no desempenho quando assinaram com ele em temporadas recentes, Matheus Cunha se provou à altura do desafio de ser um dos principais atacantes do Manchester United.

Cunha seguiu o bom futebol apresentado no Wolverhampton e deu um belo cartão de visitas na sua primeira temporada com a camisa dos Red Devils, ajudando sua equipe a terminar a última Premier League na terceira posição, uma evolução magnífica em relação ao 15º lugar da edição anterior.

Notoriamente, assim como é o caso na Seleção Brasileira, Cunha se acostumou várias vezes a atuar sem um centroavante de origem no Man. United, com Bryan Mbeumo cumprindo essa função.

Atuando em pelo menos 32 jogos da Premier League pela terceira temporada consecutiva, Cunha usufrui de uma disponibilidade invejável — fisicamente muito bem —, algo particularmente notável dentro de uma seleção que lidou com mais do que o volume tradicional de problemas de lesão nesses meses antes da Copa e até mesmo durante o torneio.