EDITORIAL
O Barcelona foi o clube com maior renda na temporada 2016-2017, o primeiro e único a superar a barreira de 700 milhões de euros, de acordo com os balanços que Òscar Grau, CEO do clube, e Enrique Tombas, tesoureiro, apresentaram à imprensa. Embora o Barça seja um dos mais ricos do mundo, é incomum ver Barcelona no topo do ranking em faturamento, ainda mais tendo conquistado apenas a Copa do Rei. No entanto, a explicação tem um nome próprio e é o de Neymar Da Silva, cuja transferência para o PSG também foi um recorde.

Se a venda não tivesse sido feita, o Real Madrid seria o clube de futebol com maior faturamento do planeta após o bicampeonato da Champions na última temporada. No entanto, o time merengue ainda não alcançou a barreira dos 700 milhões, embora tenha faturado apenas 34 milhões a menos que o Barcelona. Em terceiro aparece o Manchester United, outrora o clube mais rico do mundo, uma marca global que, como o Real Madrid, não precisa de títulos para garantir um bom pico de faturamento, igual ao Bayern, quarto colocado.
O quinto é o PSG de Neymar, limitando este seleto grupo a duas equipes na LaLiga, um da Premier League, outro da Bundesliga e um da Ligue 1 com nenhum clube italiano pode competir no nível de renda com a aristocracia eterna do futebol europeu, que continua dominando apesar de um novo rico como o PSG já seja capaz de encabeçar o top5 dos clubes com mais renda no mundo.
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