O marroquino Yassine Bounou, goleiro do Al-Hilal, roubou a cena na noite da vitória sobre o Al-Gharafa, do Catar, pelo placar de 2 a 1, na partida que reuniu as duas equipes na noite de terça-feira, na estreia de sua campanha na Liga dos Campeões da Ásia de elite.
Apesar da importância do resultado e da atuação dentro de campo, um único lance roubou a cena após a saída de Nasser Al-Dawsari da partida, ao trazer uma imagem que reflete muito da personalidade dos jogadores do Al-Hilal e do espírito de grupo dentro da equipe.
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Após a substituição de Nasser Al-Dawsari, o jogador deixou a braçadeira de capitão dentro de campo, e o português Rúben Neves se dirigiu até ela para entregá-la ao marroquino Yassine Bounou, por ser um dos principais líderes da equipe e um dos mais experientes.
Mas a surpresa veio do próprio Bounou, que se recusou a vestir a braçadeira de capitão, em um lance que despertou a admiração da torcida presente, após insistir para que Neves a vestisse em seu lugar.
Bounou não tratou a braçadeira de capitão como um privilégio pessoal, mas apontou para Neves e pediu que ele a vestisse, em uma cena marcante que confirma que o goleiro marroquino estava mais preocupado com o espírito de grupo do que com o protagonismo individual.
Assim que o lance apareceu nos telões do estádio, a torcida do Al-Hilal reagiu com aplausos e saudações, em clara valorização da atitude que partiu do goleiro marroquino, especialmente porque a cena veio em um momento em que Bounou poderia ter recebido a braçadeira de capitão sem qualquer polêmica.
Os poucos minutos que se seguiram à saída de Nasser Al-Dawsari se transformaram em um dos momentos mais comentados da partida, depois que Bounou demonstrou humildade e abnegação, e preferiu que a braçadeira permanecesse com Neves em vez de passar para ele.
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A cena não foi apenas uma troca de braçadeira de capitão, mas carregou uma mensagem clara sobre a natureza da relação dentro do vestiário do Al-Hilal, diante da presença de um grupo de estrelas com grande experiência e personalidades marcantes.
E Bounou, que esteve presente na partida para proteger o gol do Al-Hilal, roubou a cena desta vez longe das defesas, após protagonizar um lance humano que conquistou a valorização da torcida, que o homenageou de imediato.

