Giovanni van Bronckhorst não espera que Anis Hadj Moussa acabe deixando o Feyenoord. Se isso de fato acontecer, porém, o treinador não vai impedir a saída do atacante. O Feyenoord então terá seus motivos, avalia o técnico.
Uma primeira proposta do Al-Ittihad, de 30 milhões de euros, por Hadj Moussa foi recusada pelo Feyenoord. O clube da Saudi Pro League tenta novamente nesta sexta-feira com uma segunda oferta de 37,5 milhões de euros.
"Vendemos Ayase Ueda e, em princípio, Anis não. Espero que ele fique aqui. Mas, como eu digo, também é preciso olhar para o que é melhor para o clube e para as pessoas que tomam essa decisão", concluiu Van Bronckhorst nesta sexta-feira, em entrevista coletiva no De Kuip.
"Acho que esse é o caminho que devemos seguir. Temos de enxergar essa realidade, e todos fazemos isso dentro do Feyenoord, inclusive a comissão técnica e os jogadores. Acho que essa é a única maneira de encarar isso e poder seguir em frente de forma positiva", acrescentou o técnico do Feyenoord à sua análise sobre o cobiçado Hadj Moussa.
Van Bronckhorst já falou com Hadj Moussa sobre a situação. "Não vi nenhum jogador bater na mesa e dizer que quer sair de qualquer jeito. Não é assim que ele encara a situação."
"Temos de esperar para ver o que vai acontecer. Mas não espero que Anis saia. E, se ele realmente sair, o clube certamente terá seus motivos", disse o treinador, jogando a responsabilidade para a diretoria do Feyenoord.
"No fim das contas, também podem surgir valores que um clube não pode recusar. É aí que o clube precisa decidir por si mesmo se Anis sai ou não. Não tenho a sensação de que isso vá acontecer, mas, para nós, é muito importante mantê-lo. Ele foi muito decisivo em número de gols e assistências", finalizou Van Bronckhorst.



