O presidente da UEFa, Aleksander Ceferinn garantiu em entrevista à BBC que a Copa do Mundo de 2030 será na Europa. Apesar dos avanços econômicos de outros continentes o dirigente esloveno, que assumiu a entidade em setembro do ano passado, não acredita que o dinho da China possa decidir a sede da competição.
O curioso é que nesta semana, a fabricante de celulares chinesa "Vivo" se tornou patrocinadora da Copa do Mundo após as compatriotas Wanda e Hisense também se tornarem parceiras da maior competição de futebol do mundo.
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Os acordos aumentaram as especulações sobre a possibilidade da China sediar o mundial de 2030.
"Não quero falar só da China. O mais importante é que a Copa do Mundo deve ser organizada pelo melhor candidato", falou Ceferin à BBC".
"As regras não podem mudar só porque temos novos patrocinadores", acrescentou o mandatário. Ceferin acredita que a Fifa deve continuar com a política de rotatividade para as organizações do Mundial.
A Rússia é o próximo país a sediar a competição em 2018. Em seguida, o Catar recebe o torneio em 2022 e a edição de 2026 pode ser no continente americano.



