Recentemente surgiram informações de que Ricardo Teixeira, ex-presidente da CBF, tinha consultado Sandro Rosell, ex-presidente do Barcelona, sobre bons lugares para fugir da polícia. Ao comentar sobre o "Relatório Garcia", Teixeira respondeu sobre isso.
"Tem lugar mais seguro que o Brasil? Qual é o lugar? Vou fugir de que, se aqui não sou acusado de nada? Você sabe que tudo que me acusam no exterior não é crime no Brasil. Não estou dizendo se fiz ou não", afirmou em entrevista à Folha de S. Paulo.
O "Relatório Garcia" indica que Ricardo Teixeira recebeu propina para eleger o Catar como sede da Copa do Mundo de 2022. O ex-presidente da CBF minimizou e negou as denúncias.
Uma das alegações é que ele recebeu dinheiro por fora em um amistoso no país asiático. Mas ele nega e diz ter provas: "o preço do jogo que fizemos no Qatar com a Argentina foi literalmente o mesmo do contrato dos outros jogos".
