Depois de um período de descanso da Seleção, Neymar retorna à Canarinho com o status de jogador mais caro do mundo e o mais novo "romance" de Paris. A ausência, no entanto, foi para dar descanso ao atleta, que ficou seis anos consecutivos se apresentando no meio do ano para disputar campeonatos com a equipe nacional.
Apesar de todo o frisson em cima do atacante, que desperta paixões até mesmo naqueles que não são muito ligados ao futebol, Tite faz o possível para que na Seleção Brasileira ele seja "apenas" mais um no grupo, até porque o treinador sabe bem os problemas que isso pode causar.

(Foto: Lucas Acosta / Getty Images)
Quando assumiu a equipe, a "Neymardepêndencia" era um transtorno tanto para o Brasil, quanto para o jogador. Em campo, a equipe vivia basicamente de lampejos do craque e em sua ausência ou em momentos mais apagados, tinha muitas dificuldades. Toda essa responsabilidade não fez bem ao jogador, que passou a atuar com a expressão séria e as suspensões se tornaram rotina no início das Eliminatórias.
Tratar Neymar diferente fez mal ao Brasil, fez mal a Neymar, que além de ter seu desempenho prejudicado, brigou com a imprensa e até chegou a abrir mão da faixa de capitão. Mas tudo isso foi bem resolvido por Tite quando assumiu o comando técnico da Canarinho.

(Foto: Pedro Martins / MoWa Press / Divulgação)
O treinador dividiu as responsabilidades e potencializou o desempenho do camisa 10 que reencontrou a tranquilidade e alegria de jogar pela Seleção. Até mesmo nas convocações, quando antes Neymar era praticamente o único assunto, o nome do craque ganhou uma folga.
Sem privilégios dentro ou fora de campo, é assim que o camisa 10 é tratado e continuará sendo tratado por Tite na Seleção. Se no PSG, ele não tem tantas responsabilidades na marcação, no Brasil, precisa fechar os espaços e ajudar os companheiros no combate.
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(Foto: Pedro Martins / MoWa Press / Divulgação)
A experiência na Seleção, inclusive, pode ajudar e muito o craque no PSG. Além de absorver melhor o protagonismo, Neymar já sabe que não é fácil ser o "dono" de um time, nem mesmo quando esse time é pentacampeão do mundo, menos ainda um que briga por representatividade na Europa.





